Ponto offline
O ponto eletrônico offline permite bater o ponto onde não há sinal: o registro fica no aparelho, com o horário exato, e sobe quando a conexão volta. Está nos apps individual e coletivo.
Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto








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Um aplicativo de ponto comum precisa de conexão no momento da batida: se a rede cai, o colaborador fica sem registrar e o RH acaba lançando o horário à mão depois, o que enfraquece a prova da jornada. No modo offline, o próprio aparelho guarda a marcação até conseguir enviá-la.
O ponto importante é o horário. A marcação não é datada pelo momento em que chega ao servidor, e sim pelo momento em que foi feita. Quem bate o ponto às 7h02 no subsolo de uma obra e só pega sinal às 9h tem o registro gravado como 7h02, com a selfie e os dados daquela batida.
Na prática
Tablet coletivo reconhecendo o rosto do colaborador
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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O ponto offline resolve um problema prático: lugares onde a jornada acontece longe de um Wi-Fi estável ou com cobertura de celular irregular. Os casos mais comuns são:
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Sim. A Portaria 671/2021 do Ministério do Trabalho admite o registro de ponto por programa (REP-P), e o que a norma exige é que a marcação seja fiel, não editável sem rastro e acompanhada de comprovante ao trabalhador. Registrar sem internet e transmitir depois não muda isso, desde que o horário original seja preservado e qualquer ajuste posterior fique registrado como tratamento, sem apagar a marcação.
O Faceponto funciona como REP-P dentro da Portaria 671: as batidas feitas offline entram no AFD e no AEJ com o horário real, e o comprovante de registro fica disponível ao colaborador. Na prática, o ponto offline é mais seguro como prova do que a alternativa comum em áreas sem sinal, que é anotar o horário em papel e digitar depois.
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O modo offline está disponível no app individual, em que cada colaborador bate o ponto pelo próprio celular, e no app Faceponto Coletivo, em que vários colaboradores registram no mesmo tablet de ponto. Nos dois casos, o colaborador bate o ponto do mesmo jeito, com ou sem sinal.
Quando o registro sincroniza, ele segue o mesmo caminho de qualquer outra batida: entra no espelho de ponto, alimenta o banco de horas e passa pelas regras de jornada, intervalo e hora extra. A partir daí, o gestor acompanha as marcações, os alertas e os relatórios normalmente.
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O modo offline está nos apps individual e coletivo do Faceponto, voltados a equipes em obra, campo, zona rural ou estrada, onde a internet cai com frequência. Para saber qual configuração atende ao seu cenário, fale com um consultor e veja a melhor opção para a sua empresa.
O colaborador usa o app individual no celular ou a empresa instala o Faceponto Coletivo em um tablet.
O colaborador registra normalmente e a marcação é salva no aparelho com o horário da batida.
Quando a conexão volta, as marcações guardadas são enviadas ao sistema.
As batidas offline entram no espelho de ponto, no banco de horas e nos relatórios de fiscalização.
Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.
Sim. Os apps individual e coletivo do Faceponto têm modo offline: a marcação é salva no aparelho e sincronizada quando a conexão volta, com o horário original da batida.
Não. A marcação fica com o horário em que foi feita, não com o horário em que chegou ao sistema. Isso vale para o espelho de ponto, o banco de horas e os arquivos AFD e AEJ.
Sim. A Portaria 671 admite o registro por programa (REP-P) e exige marcação fiel e comprovante ao trabalhador. Registrar sem internet e transmitir depois atende a essas regras quando o horário original é preservado.
Em obras, subsolos, galpões, zona rural, equipes de campo e transporte, ou em qualquer local onde a internet cai com frequência. Sem o modo offline, a batida se perde e o horário acaba anotado à mão.
O modo offline está disponível no app individual, usado no celular de cada colaborador, e no app Faceponto Coletivo, usado no tablet compartilhado da equipe. Fale com um consultor para ver a melhor opção para a sua empresa.
Com o modo offline do Faceponto, obra, campo e estrada deixam de ser ponto cego no controle de jornada. Fale com um consultor.