Indústria e transporte
O ponto eletrônico para indústria registra operadores e logística em tablets pela fábrica, e motoristas pelo celular com geolocalização. Turnos e adicional noturno chegam calculados.
Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto








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Na indústria, o relógio de ponto concentra centenas de pessoas nos mesmos cinco minutos: a saída do primeiro turno coincide com a entrada do segundo. A fila na portaria vira minutos residuais que, somados, podem ser cobrados como hora extra. Quando o relógio quebra ou fica sem bobina, a planta inteira passa a anotar o horário à mão.
Em transportadoras e operações logísticas, o problema é o oposto: parte da equipe nunca passa pela portaria. Motoristas, ajudantes de entrega e técnicos de campo começam e terminam o dia em outro lugar, e o controle depende de papeleta preenchida depois.
Na prática
Tablet coletivo reconhecendo o rosto do colaborador
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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Quem trabalha em turnos ininterruptos de revezamento, alternando manhã, tarde e noite, tem jornada de 6 horas pela Constituição (art. 7º, XIV), salvo se a negociação coletiva estabelecer outra jornada. É uma das regras mais relevantes para a indústria, porque o turno de 8 horas em revezamento sem acordo coletivo válido gera duas horas extras por dia de passivo.
O turno da noite soma outras exigências: adicional noturno mínimo de 20% entre 22h e 5h, hora noturna reduzida de 52 minutos e 30 segundos, e adicional também sobre as horas prorrogadas depois das 5h. Entre um turno e outro, o descanso mínimo é de 11 horas, e a troca de escala precisa respeitar esse intervalo. Em setor insalubre, prorrogar a jornada exige licença prévia (art. 60 da CLT). Como cada categoria tem convenção própria, confirme as cláusulas do seu sindicato; veja mais em jornada de trabalho noturna.
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Em vez de um relógio na portaria, o Faceponto usa tablets de ponto coletivo em vários pontos da planta: na entrada de cada galpão, no refeitório, na área de manutenção. O operador registra perto do posto de trabalho, a troca de turno acontece sem fila, e o reconhecimento facial impede que um colega bata o ponto pelo outro.
Se a rede cair no chão de fábrica, o registro continua: o ponto eletrônico offline guarda a marcação no tablet e sincroniza depois. Não há relógio para comprar, bobina para trocar ou equipamento para levar à assistência técnica.
Na prática
Entregas de EPI com termo assinado na web
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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Para quem está na rua, o registro é feito pelo app no celular com reconhecimento facial, selfie e geolocalização. A empresa define cercas digitais para depósitos, clientes ou bases, e as batidas fora do raio ficam sinalizadas para conferência. Na estrada sem sinal, o modo offline guarda a marcação.
A gestão de rotas do Faceponto reúne veículos, checklists e horas de sobreaviso. O sobreaviso, quando o colaborador fica à disposição fora do expediente aguardando ser chamado, tem remuneração própria; veja o que é sobreaviso e como é pago. Motoristas profissionais têm regras específicas da Lei 13.103/2015, como tempo de espera e pausas obrigatórias de direção, tratadas em detalhe na página de controle de jornada de motorista.
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Com centenas de colaboradores em turnos diferentes, o gargalo do DP é o fechamento. No Faceponto, as horas normais, extras, noturnas e de sobreaviso já saem apuradas, com banco de horas calculado, e são exportadas para Alterdata, Domínio, Fortes, Questor, SCI, TOTVS e outros sistemas de folha. O espelho de ponto é assinado digitalmente pelo app, e os arquivos AFD e AEJ ficam prontos para a fiscalização.
Defina os turnos, os revezamentos e cada planta, galpão ou base com sua cerca digital.
Coloque tablets perto dos postos de trabalho; motoristas e equipes externas usam o celular.
Faltas, atrasos e trocas de turno fora da escala aparecem para a supervisão.
Horas apuradas vão direto para o sistema de folha no fechamento.
Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.
A Constituição fixa jornada de 6 horas para turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva que estabeleça outra jornada.
Distribuindo o registro em vários tablets coletivos pela planta. Cada colaborador registra perto do posto de trabalho, com reconhecimento facial, e a troca de turno deixa de concentrar todo mundo na portaria.
Sim. A Lei 13.103/2015 obriga o empregador a controlar a jornada do motorista profissional por meios eletrônicos idôneos, diário de bordo ou papeleta.
Sim. No tablet de ponto coletivo o registro com reconhecimento facial funciona offline; pelo celular a marcação também fica salva no aparelho e sincroniza quando a conexão volta.
Sim. Há integração com Alterdata, Athenas, Contimatic, Domínio, Fortes, HBI, Multicopan, OneFlow, Questor, SCI, SóFolha, TOTVS e Titanium.
O mínimo legal no trabalho urbano é 20% entre 22h e 5h, com hora noturna reduzida de 52 minutos e 30 segundos. Muitas convenções da indústria preveem percentual maior.
Turnos, revezamentos e equipes externas no mesmo sistema, com fechamento integrado à folha. Fale com um consultor e veja a melhor opção para sua empresa.