Escolas e ensino
O ponto eletrônico para escolas lida com professores em vários turnos, coordenação em horário comercial e equipe de apoio em escala. Cada um registra no tablet ou no celular.
Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto








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Esta página trata de escolas, cursos e faculdades da rede privada, com empregados contratados pela CLT. Professores e servidores da rede pública municipal, estadual ou federal seguem, em geral, regime estatutário e o controle de frequência definido pelo próprio órgão, que não é o assunto aqui.
Na escola particular valem as regras gerais do registro de ponto: acima de 20 empregados no estabelecimento, o controle de jornada é obrigatório (art. 74, §2º da CLT). Mesmo abaixo disso, o registro é a principal prova da jornada se houver reclamação trabalhista, e uma escola de médio porte quase sempre passa desse número somando professores, administrativo e apoio.
Na prática
Tablet coletivo lendo o QR Code do colaborador
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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O professor de escola privada tem regras próprias na CLT (arts. 317 a 324) e, principalmente, na convenção coletiva do sindicato da categoria, que varia de estado para estado. É a convenção que costuma definir a duração da hora-aula, o pagamento de janelas entre aulas, as atividades extraclasse, reuniões pedagógicas e o recesso escolar. Pela CLT, o professor pode lecionar em mais de um turno no mesmo estabelecimento, desde que não ultrapasse a jornada semanal legal (art. 318).
Por isso, o controle de ponto de professores não pode ser um horário fixo de 8h às 17h. O que importa é registrar quando o professor entra e sai em cada turno, e cruzar isso com a grade de aulas contratada. Reuniões de conselho, plantões de recuperação e eventos aos sábados também precisam aparecer, porque podem gerar hora extra conforme a convenção. Na dúvida sobre a regra da sua categoria, consulte a convenção vigente.
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Secretaria, coordenação, tesouraria e biblioteca costumam seguir jornada comercial. Porteiros, auxiliares de limpeza, inspetores e cozinha da cantina trabalham em turnos que acompanham a abertura e o fechamento da escola, às vezes em escalas que cobrem o turno da noite e os fins de semana com evento. Cada grupo tem intervalo, horário e regras de hora extra próprios.
No Faceponto, cada colaborador fica vinculado à sua jornada ou escala, e o sistema aponta automaticamente atraso, falta, saída antecipada e intervalo não cumprido. Feriados municipais, recesso e férias escolares são cadastrados uma vez e valem para todos.
Na prática
Relatório de banco de horas na web, com filtros e grade de cards de colaboradores
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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O jeito mais simples é deixar um ponto eletrônico no tablet na sala dos professores ou na recepção: o colaborador olha para a câmera, o reconhecimento facial confirma quem é e a marcação é registrada com selfie em segundos. Não há cartão para esquecer nem relógio de ponto para manter. Professor que dá aula em outra unidade da mesma rede pode registrar pelo celular, com geolocalização.
Professores por turno e grade, administrativo e apoio por horário ou escala.
Um tablet na sala dos professores ou na recepção recebe as marcações de todos.
Atrasos, faltas e substituições aparecem no painel da coordenação e do RH.
Espelho assinado no app, horas extras e banco de horas prontos para a folha.
Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.
Estabelecimentos com mais de 20 empregados são obrigados a controlar a jornada, por meio manual, mecânico ou eletrônico (art. 74 da CLT). O eletrônico não é o único permitido, mas é o que gera prova mais confiável.
Professor CLT de escola privada entra na regra geral de controle de jornada. Como a remuneração costuma ser por hora-aula, o registro de entrada e saída por turno ajuda a comprovar aulas, reuniões e eventuais horas extras.
O professor registra entrada e saída em cada turno, e o sistema cruza as marcações com a grade e a jornada contratada. No Faceponto, isso pode ser feito no tablet da escola ou pelo celular.
Esta solução é voltada a escolas privadas com funcionários CLT. Servidores da rede pública seguem regime estatutário e o controle de frequência definido pelo órgão.
O registro é feito por reconhecimento facial no tablet da escola ou pelo celular de cada colaborador, sem comprar relógio de ponto. Fale com um consultor para montar a melhor opção para a sua instituição.
Um tablet na sala dos professores, reconhecimento facial e as regras da convenção no sistema. Fale com um consultor e veja a melhor opção para sua escola.