Construção civil

    Ponto eletrônico para construção civil: controle de jornada no canteiro

    O ponto eletrônico para construção civil leva o registro para dentro do canteiro: a equipe bate o ponto em um tablet ou no celular com reconhecimento facial, mesmo sem internet.

    • 01Registro no canteiro, sem sinal
    • 02Raio de cerca por obra
    • 03Entrega de EPI com confirmação
    • 04Horas separadas por obra

    Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto

    • Odebrecht, cliente Faceponto
    • Hospital Angiovascular, cliente Faceponto
    • Grupo Strada, cliente Faceponto
    • Unilar, cliente Faceponto
    • Avistão Supermercado, cliente Faceponto
    • Nortcon Engenharia, cliente Faceponto
    • Grupo Paulistana, cliente Faceponto
    • Delta Engenharia, cliente Faceponto

    01

    Por que o controle de ponto em obras é tão difícil

    Na construção, o local de trabalho muda a cada contrato e a equipe se espalha por várias frentes ao mesmo tempo. O relógio de ponto fica no escritório ou no almoxarifado, longe de quem está na laje, e a folha de papel assinada pelo encarregado no fim da semana costuma ter horários iguais todos os dias. Esse tipo de registro, chamado de britânico, não é aceito como prova pela Justiça do Trabalho (Súmula 338 do TST).

    Somam-se a isso as particularidades do setor: canteiros em área sem cobertura de celular, equipes que começam muito cedo para aproveitar a parte mais fresca do dia, deslocamento entre obras e trabalhadores de empreiteiros dividindo o mesmo espaço com a equipe própria.

    Na prática

    Marcações guardadas sem internet aguardando sincronização

    Tela do Faceponto com dados fictícios.

    02

    Sistema de ponto para obras: registro onde o trabalho acontece

    Com o Faceponto, a marcação é feita no próprio canteiro. Um tablet de ponto coletivo instalado no container ou na entrada da obra atende toda a equipe, e o reconhecimento facial confirma quem registrou, sem cartão para emprestar e sem digital que falha em mão calejada ou suja de cimento. Encarregados e técnicos que circulam entre obras registram pelo app no celular.

    Cada obra é cadastrada como um local com sua própria cerca digital. Se alguém bate o ponto fora do raio definido, a marcação fica sinalizada como fora da cerca, ou é bloqueada, se a empresa ativar o bloqueio. E como canteiro nem sempre tem sinal, o ponto eletrônico offline guarda a marcação no aparelho e sincroniza quando a conexão volta, sem perder o horário real do registro.

    03

    Várias obras, uma visão só

    Construtora que toca mais de uma obra precisa saber quantas horas foram gastas em cada uma, tanto para a folha quanto para acompanhar o custo do contrato. Como cada marcação fica vinculada ao local onde foi feita, os relatórios mostram presença e horas por obra, e o gestor vê de longe quem está em cada canteiro naquele momento.

    Na transferência de um trabalhador de uma obra para outra, basta mudar o vínculo de local; o histórico de jornada, o banco de horas e as entregas de EPI continuam no mesmo cadastro.

    Na prática

    Entregas de EPI com termo assinado na web

    Tela do Faceponto com dados fictícios.

    04

    EPI, NR-6 e NR-18: a jornada e a segurança no mesmo lugar

    A NR-6 obriga o empregador a fornecer o EPI adequado gratuitamente, exigir seu uso, orientar o trabalhador e registrar o fornecimento, o que pode ser feito em sistema eletrônico. A NR-18 trata das condições de segurança específicas da indústria da construção. Em caso de acidente, a primeira coisa que a empresa precisa provar é que entregou o equipamento certo e treinou o trabalhador.

    No Faceponto, o controle de EPI fica no mesmo cadastro do ponto: o colaborador confirma digitalmente o recebimento de cada item, e a empresa mantém o histórico de entregas, ASO e treinamentos. Veja o que a lei exige em acidente de trabalho: deveres da empresa.

    05

    Horas extras no prazo de entrega e equipes de empreiteiros

    Reta final de obra significa jornada estendida e trabalho no sábado. O limite continua sendo de 2 horas extras por dia, e o que ultrapassa a jornada é pago com adicional mínimo de 50%, ou 100% em domingos e feriados sem folga compensatória. Com o banco de horas automatizado, o excedente da entrega pode ser compensado depois, dentro do prazo do acordo e das regras da convenção da construção civil.

    Já quem trabalha por empreiteiro ou subempreiteiro não é empregado da construtora, mas a construtora pode responder pelas dívidas trabalhistas dessa equipe. Por isso vale exigir da contratada o controle de jornada e a entrega de EPI do pessoal dela. Mais em gestão de terceirizados.

    Como funciona o ponto no canteiro

    1. 1

      Cadastre as obras

      Cada obra vira um local com endereço e raio da cerca digital.

    2. 2

      Instale o tablet

      Um tablet no container ou na entrada da obra atende a equipe; encarregados usam o app no celular.

    3. 3

      Registre, mesmo sem sinal

      A marcação com reconhecimento facial fica salva no aparelho e sincroniza quando houver internet.

    4. 4

      Feche por obra

      Horas, banco de horas e EPIs entregues saem por obra e seguem para a folha.

    Perguntas frequentes

    Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.

    Como controlar o ponto de funcionários em obra sem internet?

    No tablet de ponto coletivo, o registro com reconhecimento facial funciona offline: a marcação fica salva no aparelho com o horário real e é enviada quando a conexão volta. Pelo celular, a marcação também pode ser registrada sem sinal e sincronizada depois.

    Ponto eletrônico em obra é obrigatório?

    O registro de ponto é obrigatório para estabelecimentos com mais de 20 empregados, conforme o art. 74 da CLT. Abaixo disso não é obrigatório, mas é a principal prova da jornada se houver reclamação trabalhista.

    Dá para controlar várias obras no mesmo sistema?

    Sim. Cada obra é cadastrada como um local com cerca digital, e os relatórios mostram presença e horas de cada canteiro.

    Reconhecimento facial funciona com trabalhador de capacete e mão suja?

    O reconhecimento facial não depende da digital, então mão calejada ou suja não atrapalha. Para o registro, o trabalhador precisa deixar o rosto visível para a câmera.

    Como comprovar a entrega de EPI na construção civil?

    A NR-6 exige o registro do fornecimento de EPI, que pode ser feito por sistema eletrônico. No Faceponto, o colaborador confirma digitalmente cada entrega e o histórico fica no cadastro dele.

    A construtora precisa controlar o ponto dos empreiteiros?

    O controle de jornada é obrigação do empregador, que é a empreiteira. Como a construtora pode responder pelas dívidas trabalhistas dessa equipe, é prudente exigir e conferir o controle de ponto e de EPI da contratada.

    Veja também

    Artigos relacionados

    Leve o ponto para dentro da obra

    Registro no canteiro, mesmo sem sinal, com EPI e banco de horas no mesmo sistema. Fale com um consultor e veja a melhor opção para sua empresa.