Ponto facial
O ponto facial confirma pelo rosto quem registra a entrada e a saída, acabando com o ponto batido por colega. O colaborador registra pelo celular ou em um tablet, com selfie e localização.
Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto








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No cadastro, o colaborador registra o rosto no app. A partir daí, cada vez que bate o ponto, a câmera captura uma imagem e o sistema compara com o cadastro facial. O registro é salvo com data, hora, selfie e geolocalização, e recebe um status indicando se o rosto foi reconhecido; o comprovante fica disponível no app.
O ponto por reconhecimento facial dispensa crachá, senha e leitor de digital. Não há cartão para emprestar nem dedo que o leitor não reconhece por causa de poeira, calo ou produto químico, um problema comum em obras, cozinhas e limpeza.
Na prática
Tablet coletivo reconhecendo o rosto do colaborador
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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A fraude mais comum no controle de jornada é um colega registrar o ponto pelo outro. Com o ponto eletrônico com reconhecimento facial, isso fica bem mais difícil, e o que escapa deixa rastro:
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A LGPD classifica o dado biométrico, como a imagem usada no reconhecimento facial, como dado pessoal sensível. Isso não impede o uso no controle de ponto, mas exige cuidado. A empresa precisa ter uma base legal adequada (o cumprimento de obrigação legal de registrar a jornada costuma ser a mais citada), usar o dado só para essa finalidade e informar o colaborador de forma clara.
Também é preciso garantir a segurança da informação: acesso restrito, armazenamento protegido e descarte quando o dado deixar de ser necessário. O Faceponto armazena os dados em nuvem. O artigo registro de ponto por aplicativo e LGPD traz uma lista de boas práticas para a política interna.
Na prática
Localização de uma marcação no app do gestor
Tela do Faceponto com dados fictícios.
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O relógio de ponto facial tradicional é um equipamento de parede (REP-C) que precisa ser comprado, instalado, abastecido de bobina e mantido, um por local. Funciona bem em uma fábrica com um único portão, mas não acompanha quem trabalha fora nem filiais pequenas.
Um tablet com o app Faceponto Coletivo faz o mesmo papel: vários colaboradores registram no mesmo aparelho com reconhecimento facial, e o tablet ainda funciona offline. Para quem trabalha em campo, o próprio celular vira o ponto facial, como descrito no aplicativo de ponto. A comparação completa está em relógio de ponto ou aplicativo.
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O registro facial é só o começo. As marcações alimentam o cálculo da jornada com as regras de cada colaborador, o banco de horas, as escalas e o espelho de ponto assinado digitalmente no app. O Faceponto funciona como REP-P dentro da Portaria 671/2021 e gera AFD e AEJ para a fiscalização, como explica a página da Portaria 671.
Hoje a plataforma atende de equipes de cinco pessoas a operações com vários locais e turnos, com o registro facial no mesmo app usado para apurar a jornada.
Informe colaboradores, jornadas e locais de trabalho.
Cada colaborador faz o cadastro facial no app, no celular ou no tablet coletivo.
A câmera captura o rosto, compara com o cadastro, anexa a selfie e grava data, hora e localização.
Gestor acompanha as marcações suspeitas e fecha o mês com o espelho assinado.
Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.
O colaborador cadastra o rosto no app e, a cada registro, a câmera compara a imagem com o cadastro facial. O ponto é salvo com selfie, data, hora e localização, e recebe um status indicando se o rosto foi reconhecido.
Sim. A Portaria 671/2021 aceita o registro via programa (REP-P), e o reconhecimento facial é uma forma de identificar o trabalhador. O Faceponto emite comprovante e gera AFD e AEJ para a fiscalização.
Pode estar, desde que a empresa tenha base legal, use a biometria só para o controle de jornada, informe o colaborador e proteja os dados. A biometria é dado sensível pela LGPD e exige esse cuidado.
Não. O Faceponto usa a câmera do celular do colaborador ou de um tablet coletivo, que substitui o relógio de ponto facial de parede.
O sistema compara o rosto com o cadastro, anexa uma selfie a cada registro e sinaliza marcações suspeitas em listas separadas para o gestor, o que torna a fraude mais difícil e fácil de detectar.
Sim, nos apps individual e coletivo há modo offline: o registro fica no aparelho e sincroniza quando a conexão volta.
Reconhecimento facial, selfie e marcações suspeitas sinalizadas em cada registro. Fale com um consultor e veja a melhor opção para a sua empresa.