Ponto facial

    Ponto facial: registro por reconhecimento facial

    O ponto facial confirma pelo rosto quem registra a entrada e a saída, acabando com o ponto batido por colega. O colaborador registra pelo celular ou em um tablet, com selfie e localização.

    • 01Selfie em cada registro
    • 02Marcações suspeitas sinalizadas
    • 03Celular ou tablet coletivo
    • 04REP-P pela Portaria 671

    Empresas de todo o Brasil registram o ponto com o Faceponto

    • Odebrecht, cliente Faceponto
    • Hospital Angiovascular, cliente Faceponto
    • Grupo Strada, cliente Faceponto
    • Unilar, cliente Faceponto
    • Avistão Supermercado, cliente Faceponto
    • Nortcon Engenharia, cliente Faceponto
    • Grupo Paulistana, cliente Faceponto
    • Delta Engenharia, cliente Faceponto

    01

    Como funciona o ponto por reconhecimento facial

    No cadastro, o colaborador registra o rosto no app. A partir daí, cada vez que bate o ponto, a câmera captura uma imagem e o sistema compara com o cadastro facial. O registro é salvo com data, hora, selfie e geolocalização, e recebe um status indicando se o rosto foi reconhecido; o comprovante fica disponível no app.

    O ponto por reconhecimento facial dispensa crachá, senha e leitor de digital. Não há cartão para emprestar nem dedo que o leitor não reconhece por causa de poeira, calo ou produto químico, um problema comum em obras, cozinhas e limpeza.

    Na prática

    Tablet coletivo reconhecendo o rosto do colaborador

    Tela do Faceponto com dados fictícios.

    02

    Segurança e antifraude no ponto facial

    A fraude mais comum no controle de jornada é um colega registrar o ponto pelo outro. Com o ponto eletrônico com reconhecimento facial, isso fica bem mais difícil, e o que escapa deixa rastro:

    • Comparação do rosto com o cadastro em cada marcação, que recebe um status de reconhecimento.
    • Selfie anexada a cada registro, disponível para conferência do gestor.
    • Marcações suspeitas sinalizadas em listas de pontos suspeitos e críticos para conferência do gestor.
    • Geolocalização com cerca digital, que sinaliza o ponto batido fora do raio permitido.
    • Histórico de ajustes: toda alteração de ponto fica registrada com o pedido e a aprovação.

    03

    Ponto facial e LGPD: biometria é dado sensível

    A LGPD classifica o dado biométrico, como a imagem usada no reconhecimento facial, como dado pessoal sensível. Isso não impede o uso no controle de ponto, mas exige cuidado. A empresa precisa ter uma base legal adequada (o cumprimento de obrigação legal de registrar a jornada costuma ser a mais citada), usar o dado só para essa finalidade e informar o colaborador de forma clara.

    Também é preciso garantir a segurança da informação: acesso restrito, armazenamento protegido e descarte quando o dado deixar de ser necessário. O Faceponto armazena os dados em nuvem. O artigo registro de ponto por aplicativo e LGPD traz uma lista de boas práticas para a política interna.

    Na prática

    Localização de uma marcação no app do gestor

    Tela do Faceponto com dados fictícios.

    04

    Relógio de ponto facial ou app de ponto facial no tablet

    O relógio de ponto facial tradicional é um equipamento de parede (REP-C) que precisa ser comprado, instalado, abastecido de bobina e mantido, um por local. Funciona bem em uma fábrica com um único portão, mas não acompanha quem trabalha fora nem filiais pequenas.

    Um tablet com o app Faceponto Coletivo faz o mesmo papel: vários colaboradores registram no mesmo aparelho com reconhecimento facial, e o tablet ainda funciona offline. Para quem trabalha em campo, o próprio celular vira o ponto facial, como descrito no aplicativo de ponto. A comparação completa está em relógio de ponto ou aplicativo.

    05

    Controle de ponto facial para empresas

    O registro facial é só o começo. As marcações alimentam o cálculo da jornada com as regras de cada colaborador, o banco de horas, as escalas e o espelho de ponto assinado digitalmente no app. O Faceponto funciona como REP-P dentro da Portaria 671/2021 e gera AFD e AEJ para a fiscalização, como explica a página da Portaria 671.

    Hoje a plataforma atende de equipes de cinco pessoas a operações com vários locais e turnos, com o registro facial no mesmo app usado para apurar a jornada.

    Como implantar o ponto facial

    1. 1

      Cadastre a equipe

      Informe colaboradores, jornadas e locais de trabalho.

    2. 2

      Registre o rosto

      Cada colaborador faz o cadastro facial no app, no celular ou no tablet coletivo.

    3. 3

      Bata o ponto

      A câmera captura o rosto, compara com o cadastro, anexa a selfie e grava data, hora e localização.

    4. 4

      Confira e feche

      Gestor acompanha as marcações suspeitas e fecha o mês com o espelho assinado.

    Perguntas frequentes

    Não achou o que procurava? Um consultor do Faceponto responde pelo WhatsApp.

    Como funciona o ponto facial?

    O colaborador cadastra o rosto no app e, a cada registro, a câmera compara a imagem com o cadastro facial. O ponto é salvo com selfie, data, hora e localização, e recebe um status indicando se o rosto foi reconhecido.

    Ponto facial é válido pela lei?

    Sim. A Portaria 671/2021 aceita o registro via programa (REP-P), e o reconhecimento facial é uma forma de identificar o trabalhador. O Faceponto emite comprovante e gera AFD e AEJ para a fiscalização.

    O ponto por reconhecimento facial está de acordo com a LGPD?

    Pode estar, desde que a empresa tenha base legal, use a biometria só para o controle de jornada, informe o colaborador e proteja os dados. A biometria é dado sensível pela LGPD e exige esse cuidado.

    Preciso comprar um relógio de ponto facial?

    Não. O Faceponto usa a câmera do celular do colaborador ou de um tablet coletivo, que substitui o relógio de ponto facial de parede.

    Dá para fraudar o ponto facial com uma foto?

    O sistema compara o rosto com o cadastro, anexa uma selfie a cada registro e sinaliza marcações suspeitas em listas separadas para o gestor, o que torna a fraude mais difícil e fácil de detectar.

    O ponto facial funciona sem internet?

    Sim, nos apps individual e coletivo há modo offline: o registro fica no aparelho e sincroniza quando a conexão volta.

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